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Preocupados com as mudanças que a região vinha sofrendo devido às alterações na economia local e ao impacto da ação humana desordenada sobre o meio, pessoas oriundas de diferentes regiões do país se identificaram com o tema e criaram em setembro de 2.001 o Instituto Ambiental Viatrips, Organização Não Governamental cujo objetivo é realizar trabalhos de preservação e educação ambientais, incentivo e apoio ao desenvolvimento sustentável, organização do turismo e resgate das tradições culturais da região de entorno do Parque Nacional da Serra da Canastra sempre de acordo com seu Estatuto Social (clique para conhecer)
O Instituto Ambiental Viatrips é uma associação civil sócio-ambientalista sem fins lucrativos, que tem como objetivos a preservação ambiental, a organização do turismo, o resgate cultural e o desenvolvimento sustentável na região das Serras da Canastra e Babilônia, Estado de Minas Gerais.
Mas a maior riqueza que as Serras da Canastra e Babilônia podem oferecer à humanidade são suas águas, limpas e claras, e que se bem preservadas, continuarão a fornecer vida, alimento e progresso para milhões de pessoas que delas dependem.
Nestas duas serras encontram-se as nascentes do maior rio totalmente brasileiro, o São Francisco, que como o Santo que lhe empresta o nome, sai de um lugar rico e privilegiado, humildemente vem à superfície e segue seu caminho e lentamente cresce levando vida e esperança aos mais necessitados do norte de Minas Gerais e do nordeste brasileiro.
Com o objetivo de proteger estas importantes nascentes, foi criado em 1972, através do Decreto n° 70.355, o Parque Nacional da Serra da Canastra, com uma área de 71.525 hectares abrangendo os municípios de São Roque de Minas, Sacramento e Delfinópolis.
Atualmente, uma nova realidade começa a se configurar na região. As belezas naturais do
Parque Nacional da Serra da Canastra e de sua área de entorno estão atraindo um grande número de visitantes, movimentando uma crescente indústria do turismo. Se bem planejada e organizada a indústria do turismo pode trazer muitos benefícios à região, mas por outro lado, se ela cresce de maneira desorganizada e descontrolada, trará
conseqüências desastrosas a seus moradores como a degradação dos recursos naturais, causando queda na qualidade de vida, perda de biodiversidade além de causar a morte da própria indústria do turismo, já que uma área degradada não é capaz de atrair turistas.
Não se trata de nenhum tipo de mágica, é uma questão de sensibilidade. Estes empresários contribuem com projetos sociais, educacionais ou ambientais nas comunidades onde suas empresas desenvolvem atividades. Assim, os moradores, que são seus funcionários, se beneficiam diretamente dessas contribuições, passam a respeitar mais e a se orgulhar da empresa onde trabalham, lhes rendendo maior produção.
De outro lado, o consumidor, ao identificar empresas que investem em projetos comunitários, lhes darão preferência, como apontam recentes pesquisas, segundo as quais “os consumidores se sentem estimulados a adquirir produtos de empresas que contratam deficientes físicos, que colaboram com escolas e entidades sociais da comunidade e apoiam campanhas para erradicação do trabalho infantil.” Da mesma maneira, pesquisas indicam que o “consumidor deixa de comprar produtos de empresas que causam danos aos seus empregados, fazem propaganda enganosa, vendem produtos nocivos à saúde, poluem o meio ambiente ou sonegam impostos.”
Com esta fórmula todos ganham: a comunidade ao ser beneficiada com os projetos nela aplicados; o empresário ao desenvolver um trabalho que beneficie uma comunidade ou uma área natural será socialmente reconhecido e colherá os frutos de seu investimento; e o consumidor pois ao comprar produtos destas empresas estará contribuindo indiretamente com esses projetos.
...eu sou um selvagem e não entendo... (clique para saber mais)
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